Eleições 2026 deixam nomes conhecidos do Agreste Meridional fora da Câmara Federal e da ALEPE!

  09 de outubro de 2026

Fernando Rodolfo, Izaías Régis, Miguel Coelho, Doriel Barros e Claudiano Filho estão entre os políticos que não conseguiram alcançar uma vaga nas eleições deste ano

O resultado das eleições de 2026 mudou a composição da política pernambucana e também deixou pelo caminho nomes conhecidos do Agreste Meridional. Entre candidatos que buscavam a reeleição e políticos que tentavam conquistar uma nova cadeira, a disputa deste ano produziu mudanças importantes na composição da Câmara Federal e da Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE). A eleição para deputado federal terminou com 25 nomes eleitos no estado, enquanto a ALEPE passou a contar com 49 deputados para a próxima legislatura.

Na disputa pela Câmara Federal, um dos nomes que não conseguiu retornar foi Fernando Rodolfo, que buscava o terceiro mandato consecutivo. Também ficaram fora Izaías Régis, ex-prefeito de Garanhuns que disputou uma vaga de deputado federal, e Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina e ex-candidato ao Governo de Pernambuco. O resultado encerra, pelo menos neste momento, a tentativa dos três de ocupar uma cadeira na bancada pernambucana em Brasília.

Para a Assembleia Legislativa, a renovação também atingiu nomes com trajetória política consolidada. Doriel Barros, Claudiano Filho e William Brígido não conseguiram se reeleger e ficaram fora da composição da próxima legislatura. O resultado faz parte de uma eleição marcada pela entrada de novos nomes e pela saída de parlamentares que já tinham passagem pela Casa.

Entre os candidatos que buscavam chegar pela primeira vez à ALEPE, Regina da Saúde, ex-prefeita de Itaíba, também não conseguiu conquistar uma das vagas. A ex-gestora terminou a disputa muito próxima do número necessário para se eleger, ficando a pouco mais de 300 votos da última vaga, conforme os resultados da apuração. Outro nome da região, o ex-vereador de Garanhuns Gersinho Filho, também ficou de fora, com pouco mais de 3 mil votos.

O resultado das urnas deixa um novo desenho político para Pernambuco a partir de 2027. Para o Agreste Meridional, a ausência desses nomes na próxima composição da Câmara Federal e da ALEPE representa uma mudança no grupo de lideranças que tradicionalmente ocupavam espaço nas disputas estaduais e nacionais. A eleição, mais uma vez, mostrou que mandatos anteriores e reconhecimento regional não garantem a permanência nas Casas legislativas, já que a definição das vagas depende do desempenho eleitoral e, no caso das eleições proporcionais, também da distribuição das cadeiras entre partidos e federações.

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